Educação comportamental é coisa de maluco...


Vendo uma centena de mensagens nos facebooks da vida e nos whatss da vida, a respeito da educação dos povos que aparecem pela Copa do Mundo, chego à conclusão de que ainda temos muiiiiito para aprender.

A começar pelos japoneses, que não só limpavam os estádios depois dos jogos, como também limparam os vestiários e deixaram uma placa de “obrigado”. Isto, passando pelos Portugueses, que também foram educados e simpáticos, incluindo a torcida que saiu de Portugal. Sem falar nos franceses dentro de campo, respeitando ao máximo as regras do jogo e fora do campo sendo exemplos, o que já mostra uma grande mudança.

Enfim, tudo o que se viu – e foi muito pouco – serve para chamar nossa atenção para o comportamento do brasileiro, este povo alegre e feliz, que sofre e ri ao mesmo tempo.

Educação comportamental é coisa de maluco.....vários exemplos nos permitem ficar preocupados, de norte a sul, de leste a oeste.

Furar fila em banco, ainda mais quando a fila é única e o caixa eletrônico recebe a orientação de uma pessoa do próprio banco.

Idosos aguardam para apanharem a senha e o grandão, morador da cidade, entra, fura a fila e apanha na senha para ele, quando o funcionário do banco diz: olha a fila aqui....e o grandão diz: eu não preciso de fila. E entra no banco.

Deplorável, acima de tudo.

Ou quando no supermercado, ainda na fila, sempre tem aquele do “só um minutinho” para passar uma garrafa de bebida e pronto.

Sem falar nas filas de carne, que sempre recebem “educados” de plantão.

Dentro dos ônibus, em centros maiores, o que se vê é uma total falta de respeito para com os mais velhos, quando jovens ficam sentados e nem se importam com quem está em pé.

Em restaurantes por quilo, com buffets, o fura fila é normal para quem fura, mas espantoso para quem segue a sequência de servir.

Em lojas, alguns acham normal entrar no meio do atendimento de uma funcionária e perguntar o preço, ou se tem o tamanho dele ....sem se preocupar com quem está sendo atendido.

E ao ver a entrada e saída do metrô de Tókyo, aí sim, emudeci. Nada, mas em nada parecido com o metrô de São Paulo ou do Rio.

Lá, a organização é tremenda, a educação ressalta aos olhos e ninguém corre.

Todos saem e todos embarcam, calmamente.

Se fôssemos aqui enumerar mais exemplos de falta de educação ou de compostura, ocuparíamos um espaço muito grande.

Mas na verdade, tudo isto vem da educação das crianças e dos jovens, do berço e da casa de cada um.

E a repetição ainda é a melhor forma para educar em certos hábitos.

Mas um dia, lá por 2030, chegaremos na metade do que são os japoneses.

Por enquanto, continuamos sendo brasileiros.

E de qualquer jeito, infelizmente.

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